História da matemática

História da Numerologia

História da Numerologia

      Por volta de 3000 a C., os sumérios já possuíam um sofisticado sistema numérico que originou a hora de 60 minutos e o minuto de 60 segundos, mais tarde aperfeiçoado pelos babilônios e caldeus. Por volta de 356 a C., na época de Alexandre, o Grande, os caldeus preconizavam que seus conhecimentos de numerologia e astrologia já existiam cerca de 473 mil anos antes. O sistema numerológico mais praticado no Ocidente se baseia nos ensinamentos do respeitado filósofo Pitágoras, nascido no século 6 a C., na ilha grega de Samos, no Mar Egeu, viajou para o Oriente, tendo estudado com líderes espirituais do Egito, Índia, Arábia, Pérsia, Palestina, Fenícia, Caldéia
e Babilônia. Acredita-se que estudou com o sábio persa Zoroastro e aprendeu cabala na Judeia. Depois de girar mundo em busca de conhecimento, estabeleceu-se em Crótona, no Sul da Itália, abrindo uma escola para formar discípulos. Suas teorias posteriormente inspiraram Platão – a quem devemos a maioria dos dados sobre os ensinamentos pitagóricos, já que Pitágoras nada deixou por escrito – São Tomás de Aquino, Santo Agostinho, Aristóteles e Francis Bacon. Pitágoras buscava a elevação do homem a partir do 1 (que representava
o egocentrismo) ao 9 (despojamento). Também ensinava que “a Evolução é a lei da vida; o Número é a lei do universo; a Unidade é a lei de Deus”.

    O sistema pitagórico, hoje conhecido como numerologia moderna, é o mais popular e conhecido no Ocidente. Ele baseia-se principalmente no nome completo registrado na certidão de nascimento, cujas letras recebem valores
que são somados de maneira a serem representadas por um único algarismo, de 1 a 9.

     Conta-se, que na Grécia antiga, por volta de 2600 ac, Existiu um “louco” que ficava observando o Comportamento dos outros. Dizem os historiados, que ele era visto parado em ruas públicas, apenas olhando as pessoas e anotando em seu caderno. Muitos gregos, indignados com esse seu comportamento, indagavam a esse ser esquisito: “o que fazes aí meu senhor, olhando a vida dos outros e escrevendo nesse caderno.?”. O sr sério e compenetrado respondia: “estou a entender porque fazes assim e não de outra forma.” Como o curioso não entendia a resposta, acabava por abandonar esse sujeito esquisito a sua própria sorte.

      As margens de um belo riacho, rodeado por montanhas verdejantes. Um homem sério pisava num lençol macio e Multicolorido de pequenas margaridas brancas, com suaves mechas de violetas claras. Sentado em uma pedra gélida, porém robusta e segura, esse homem sério conversava com seus ouvintes. Transmitia a eles todos conhecimentos que possuía, e ensina calmamente a cada aluno como se ele fosse naquele momento a sua única preocupação.

      Com o tempo rolando em sua infinita volta pela vida humana, esse senhor sério, conquistara tantos seguidores que se fazia necessário organizar-se em um local físico, e construir uma didática de ensinamento. Os ouvintes
que tornaram-se alunos e passaram a seguidores, acompanharam seu mestre na construção Da primeira escola esotérica que se tem conhecimento na história da humanidade.

     Assim, há 2600 ac na Grécia antiga nasceu a escola Pitagórica, que ensinava aos humanos as influências dos números em suas vidas. Pela valiosidade de seus ensinamentos, seus seguidores tornaram-se discípulos, e com a morte do mestre , se Espalharam pelo planeta terra, levando aos povos de outros continentes os conceitos ensinados pelo mestre, sobre a vida humana.

      Um pouco antes de sua morte, um discípulo, surpreso com o conhecimento de seu mestre, perguntou-lhe: “como fizestes senhor, para descobrir que os números atuam na vida humana?” Respondeu-lhe o mestre: “observei como
as pessoas viviam, em seu habitat natural ,e fui anotando tudo em meu caderno.” “e onde fizestes isso?” retrucou ” nas ruas de Roma .” “és então o “louco” que dizem antigamente perambulava pelas ruas de Roma observando
as pessoas e anotando tudo em seu caderno?” “sim, sou o “louco” das ruas de Roma.

    Bibliografia:

http://www.abran.com.br

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